Videomaker e drone para campanha eleitoral no Vale do Aço
Captação de agenda, corte para redes, imagem aérea e fotografia — para quem tem seis semanas de campanha e não pode perder um evento por falta de câmera.
Campanha produz material o tempo todo e aproveita quase nada. A caminhada rende três stories tremidos e some. O comício vira uma foto no grupo do WhatsApp. A visita à obra não é registrada, e duas semanas depois falta imagem para provar que você esteve lá. O problema raramente é falta de acontecimento — é falta de alguém com a câmera certa no lugar certo, e de alguém para transformar aquilo em peça no dia seguinte.
O que a câmera precisa registrar em campanha
Cobertura que funciona é planejada por peça, não por evento. Antes de sair, se sabe o que aquele dia precisa render: um depoimento curto olhando para a câmera, um corte de rua com som ambiente, o aperto de mão com quem tem autoridade no bairro, e o plano aberto que mostra quanta gente estava lá.
Cada uma dessas peças serve a um formato diferente e tem vida útil diferente. O depoimento roda por semanas. O corte de rua envelhece em dias. O plano de público só existe se alguém tiver subido a câmera na hora certa — não dá para recriar depois.
Sem esse plano, o que acontece é o padrão: três horas de material bruto que ninguém vai assistir, e nenhuma peça pronta na segunda-feira.
Imagem aérea: o que só o drone mostra
A imagem de drone tem função específica e não é enfeite. Ela é a única forma honesta de mostrar volume de gente. Foto tirada no meio de um comício cheio parece igual à foto tirada num comício vazio — o enquadramento no nível do chão esconde o tamanho real do público. Do alto, não esconde.
Serve também para o que a campanha promete: o trecho da estrada, a obra parada, o bairro que alaga, a extensão do problema que se está falando em discurso. Argumento visto de cima convence diferente de argumento narrado.
O que você recebe
Captação é a equipe na sua agenda: câmera, áudio e drone no evento. Entrega é o material editado chegando pronto, no formato que a sua equipe pediu — vertical para as redes, horizontal para o que for.
De cada dia de captação sai o depoimento curto, os cortes de rua com som ambiente, o plano aéreo de público e a fotografia do evento. Peça pronta para publicar, não pasta de material bruto para alguém garimpar depois.
Quem publica, escreve legenda e decide a estratégia é a sua equipe. A CMC entrega a mídia.
O prazo é parte do serviço
Peça de campanha tem validade curta. Corte que sai três dias depois do evento perdeu o assunto — e em seis semanas de campanha, três dias é muito.
Por isso o prazo de cada peça é combinado antes da captação, e não depois. Corte curto para redes sai em prazo de campanha; material mais longo depende do volume captado no dia.
É o que evita o problema clássico: evento coberto, equipe paga, e nenhuma peça pronta enquanto aquilo ainda era notícia.
Onde atendemos: as cidades do Vale do Aço e o entorno
A CMC fica em Ipatinga, e é de lá que sai a equipe. Isso importa mais do que parece numa campanha: agenda de candidato muda no mesmo dia, e a diferença entre cobrir ou perder um evento costuma ser tempo de estrada.
Coronel Fabriciano e Timóteo ficam a poucos minutos, o que permite cobrir duas cidades no mesmo turno — caminhada de manhã numa, reunião à tarde na outra, com o mesmo deslocamento. Santana do Paraíso entra na mesma lógica de proximidade.
Caratinga e João Monlevade exigem deslocamento maior e por isso entram com agenda fechada com antecedência, normalmente concentrando várias pautas no mesmo dia de captação. Para o restante da região, o deslocamento é combinado no orçamento.
E não atendemos só quem é daqui: candidatura estadual que precisa de imagem do Vale do Aço também contrata a captação na região, sem deslocar equipe de fora.
Como pedir
Manda a agenda prevista e o que precisa sair de cada dia. O orçamento fecha por escopo antes da primeira captação, com o prazo de cada peça já definido.
Se a agenda mudar no meio da campanha — e ela muda —, o escopo é ajustado por escrito, sem parar a produção.
Perguntas frequentes
Vocês filmam comício e caminhada com drone?
Sim. Equipamento e operador cadastrados, o que permite voar em evento com público sem interromper o ato. A imagem aérea existe por um motivo específico: é a única forma honesta de mostrar o tamanho real de um público. No nível do chão, comício cheio e comício vazio rendem a mesma foto.
Em quanto tempo o material fica pronto depois do evento?
O prazo de cada peça é combinado antes da captação e varia com o tipo: corte curto para redes sai em prazo de campanha, material mais longo depende do volume captado. Definir isso antes é o que evita o problema clássico — evento coberto e nenhuma peça pronta quando ela ainda era notícia.
Vocês cuidam das redes do candidato?
Não. Aqui a CMC faz produção audiovisual: filmagem, imagem aérea com drone, edição e fotografia. Publicação, legenda e estratégia ficam com a equipe da campanha — entregamos o material pronto no formato que vocês pedirem.
Vocês atendem quais cidades?
Ipatinga, Coronel Fabriciano, Timóteo, Santana do Paraíso, Caratinga e João Monlevade, com deslocamento combinado para o restante da região. A CMC fica em Ipatinga, o que encurta a logística entre as praças — em campanha com agenda cheia, isso decide se dá para cobrir dois eventos no mesmo dia.
Orçamento fechado por escopo, com contrato e nota fiscal.